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O Principezinho parte I

Principezinho parte II

O Principezinho parte III

domingo, 6 de junho de 2010

Um presente para o presidente


No final do mês de Maio iniciámos a pintura do quadro que a nossa escola ofereceu ao Senhor Luís Valamatos dos Reis, Presidente da Junta de Freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, como forma de agradecimento por tudo o que tem feito em prol da freguesia e em, particular pelo Núcleo Escolar de Rossio ao Sul do Tejo.

A tela foi passando pelas turmas todas do Núcleo Escolar, para que todos os alunos pudessem deixar o seu cunho pessoal na pintura oferecida.
No fim, o quadro ficou assim:


Ensaio da Peça de Teatro
O Flautista do "Rocio" das Barcas

Prosseguem em bom ritmo os ensaios da peça "O Flautista de Rocio das Barcas", que será apresentada na Festa do Final do Ano Lectivo e em que participarão todos os alunos do 4º ano das Turmas A e D.
Pela primeira vez está a ser possível juntar as duas turmas do quarto ano, para que possam fazer a sua festa de finalistas em conjunto.
A professora Luciana e o Professor Américo há muito que tomaram esta decisão e com o apoio dos professores do Enriquecimento Curricular têm ensaiado as diferentes partes desta peça teatral, que retrata duas turmas de finalistas cujos professores não os querem deixar mudar de escola por gostarem muito deles.
Nestas fotografias os alunos das duas turmas ensaiam, em conjunto, apenas os textos, para correcção da entoação das palavras usadas na peça e para melhorarem a projecção da voz.
O resultado só se verá no próximo dia 18 de Junho, no Polidesportivo de Rossio ao Sul do Tejo, a partir das 18h30m.
Estão convidados todos os amigos dos alunos do Núcleo Escolar de Rossio ao Sul do Tejo.










sexta-feira, 30 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Já apresentámos a nossa peça de teatro.


Flautista de Hamelin
(Os actores viram a cara com desdém)

Miguel - Esta história é uma lição,
Carol - Que devemos aprender:
Alexandra – Uma promessa é para cumprir
José – Nunca é para esquecer.
Rita- Era uma vez…(imitam sons da cidade) uma cidade chamada Hamelin. Os seus habitantes eram muito egoístas e, por isso, não havia quem não tivesse ouvido falar desta terra.
Bruno - De quem?! Hamelin? Nem quero ouvir falar!
Rodrigo - Egoístas!
Leandro- Interesseiros!
Carolina - Cobiçosos!
Todos - Lambareiros!
Joana - Um dia, Hamelin foi invadida por milhares de ratos. Andavam por todo o lado e destruíam tudo aquilo que encontravam. Os habitantes não sabiam o que fazer, para acabar com esta praga.
Margarida – Ai, ai, já não sei o que fazer! Cada vez há mais ratos!
Alexandra - Eu já pus ratoeiras por todo o celeiro, mas os ratos não me deixam o dia inteiro!
Carol – Eu tenho a minha horta totalmente destruída. Maldita rataria!
Miguel – Maldita rataria!
José – Maldita rataria!
Todos – Maldita rataria!
Rita – E o pior é que parecia que, em cada dia que passava, ainda havia mais ratos em Hamelin.
José - Alguém tem que fazer alguma coisa!
Todos - Sim! Sim! Isto tem que ter um fim!
Joana – Entretanto, chegou à cidade um rapaz vindo de longe. (Entra o Abel a tocar flauta) Ao perceber o desespero da população, ofereceu-se para resolver o problema:
Abel –Podeis confiar em mim
Saberei o que fazer.
Com a ajuda da minha flauta
Os ratos vão desaparecer.
Pedro – Ah, ah, ah! Mas como é que tu, só com uma flauta, uma pequena e simples flauta vais conseguir aquilo que nós, todos juntos, não somos capazes?
Abel – Se digo que faço, assim o farei! Não é meu hábito desistir e também nunca falhei!
Pedro – Pois fica sabendo, que se fizeres o que dizes receberás um saco com cem moedas de ouro… Cem moedas, de ouro verdadeiro, como recompensa!
Rita- Não havia tempo a perder, o rapaz sacou da sua flauta e começou a tocar. Percorreu a cidade de lés a lés e, de todo o lado, começaram a sair ratos e mais ratos. Encantados com música, os animais seguiram-no, saíram de Hamelin e o Flautista encaminhou-os para muito longe.
Joana – Para muito, mas muito longe! Levou-os para um lugar de onde era impossível voltar! O flautista estava radiante e muito, mas muito feliz.
Abel – Amanhã regressarei,
Hamelin estará diferente.
Em paz, livre de ratos
E contente, a sua gente!
Rita – No dia seguinte, o flautista voltou para pedir a recompensa a que tinha direito. Dirigiu-se ao alcaide e disse:
Abel – Como vês, cumpri a minha palavra. Agora venho buscar o saco de moedas que me prometeste! As cem moedas de ouro que me pertencem!
Joana – O Alcaide sem lhe dar muita importância estendeu-lhe um saco…
Abel – (olhando para dentro do saco) Pedras? Tu prometeste-me cem moedas de ouro e agora dás-me um saco cheio… mas de pedras? Não foi este o nosso acordo! Como pude em vós confiar?
Pedro – Sabes, depois de ver o que vi, de sentir o que senti, pensei e de tudo isso mudei!
Afinal, tu só tocaste
Uma simples melodia…
Não achas isso muito pouco
Para tamanha regalia?
Abel – Faltaste à palavra, que me deste no outro dia! E por não a teres cumprido, esta cidade pagará, a tua ousadia!
Rita – Quando anoiteceu, o rapaz voltou a percorrer Hamelin. No entanto, desta vez a música que tocava era outra.
Joana – O flautista deu voltas e mais voltas… e a sua estranha melodia ecoava pelo ar, da torre da igreja até ao alto mar!
Rita - E como se fora de dia e em outro lugar, as crianças saíram de casa em estranha sintonia e cada uma seguia, aquele som, lindo de encantar...
Rita e Joana – Nem uma criança ficou para contar!
Abel – Vou levar estas crianças
Deixar Hamelin infeliz
Sem brinquedos, sem cantigas,
Sem sorrisos infantis!
Joana – Na manhã seguinte, na cidade, ninguém queria acreditar no que se estava a passar.
Rita - Ainda tentaram encontrar o rapaz e saber para onde teria levado as crianças, mas em vão.
Bruno - Mas onde é que eles estão?
Rodrigo - O que vais ser de nós sem a sua alegria?
Carolina – Acabaram-se as esperanças!
Leandro – Que terrível maldição!
Margarida – É a nossa perdição!
Joana – E era verdade! Já não se ouviam as gargalhadas das crianças a brincar…
Rita – Já nem se ouvia criança alguma a cantarolar…
Abel – Nunca mais será o mesmo
O povo desta cidade!
Por quebrar uma promessa
Ficará, para sempre, nesta infelicidade.
(Olham uns para os outros com desdém.)
Miguel - Esta história é uma lição,
Carol - Que devemos aprender:
Alexandra - Uma promessa é para cumprir
José - Nunca é para esquecer.

Adaptação do Prof. Américo Pereira

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Vejam lá se não estávamos bem trajados no Desfile de Carnaval!
E era tudo "Made in Turma D"
Bruno, José, Rita, Rodrigo, Joana, Abel. Miguel, Carolina, Alexandra, Iara, Carol e Pedro.
Quem tem uma turma destas fica com os cabelos assim:
Professor Américo Pereira

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010


A nossa fábrica
Nestes últimos tempos, a nossa sala de aulas tornou-se na nossa fábrica.
Na nossa fábrica nós confeccionámos os nossos fatos de Carnaval. Temos tido muito trabalho! Enquanto alguns operários cortavam tiras às cores, outros faziam os fatos, outros ainda cortavam a esferovite.
Depois destes primeiros passos, começámos a colar nos fatos as tiras coloridas.
No esferovite desenhámos vários animais que serviram para cada um de nós por na cabeça um chapéu.
Na nossa fábrica também já fizémos algumas mascarinhas para colar na parede da sala e outras para decorar as escadas.


Outro trabalho já realizado por nós foi a decoração dos novos bidões dos “Arrefinfa na Bilha “. Estas novas bilhas são todas brancas, então agora nós decorámo-las com rosáceas e mais tarde iremos dar-lhe mais alguns retoques.
Tem sido o máximo, o trabalho de equipa desta fábrica, supervisionada pelo chefe Américo.

Texto de Joana Fangana do 4ºano da Turma D